quinta-feira, 13 de outubro de 2011

PARADA DO IDIOTA ... Táah, eles são estranhos ¬¬'




















No Paquistão, bebê nasce com duas caras

Um caso muito bizarro chamou a atenção de todos na pequena cidade de Rawalpindi, no Paquistão (sul da Ásia). Uma criança nasceu com dois rostos, uma anomalia (defeito) genética muito rara chamada de "duplicação craniofacial". A mãe do garoto, de 30 anos, deu à luz Sahid Parvin no dia 23 de setembro, mas a história só foi revelada agora.

Leia mais: http://www.filhotedepombo.com/2011/10/no-paquistao-bebe-nasce-com-duas-caras.html#ixzz1afYUPi7i

O menino tem dois narizes, duas bocas, quatro olhos, ainda que dois deles são quase fundidos em um.

A mãe teve uma gravidez tranquila e os médicos não conseguiram ver a anomalia nos exames de pré-natal. O diretor do hospital diz que as chances de sobrevivência neste caso são muito poucas.

Quando as crianças riem por último ..

FELIZ DIA DOS CAPETINHAS ;P
Quando as crianças riem por último - parte 3
Quando as crianças riem por último - parte 3
Quando as crianças riem por último - parte 3

Quando as crianças riem por último - parte 3
Quando as crianças riem por último - parte 3Quando as crianças riem por último - parte 3Quando as crianças riem por último - parte 3Quando as crianças riem por último - parte 3Quando as crianças riem por último - parte 3

Banheiro público: Saiba por que é sempre bom abrir a tampa do vaso sanitário antes de sentar.

http://www.youtube.com/watch?v=7skCdp5oTIE&feature=player_embedded

ESPORTE


 Esta semana, o skatista Rafael Mascarenhas morreu atropelado em um túnel na Zona Sul do Rio. Por que será que é tão difícil praticar esse esporte com segurança nas metrópoles brasileiras?

Rafael participava do Geleia do Rock, um reality no canal a cabo Multishow. O guitarrista levava a música a sério, desde os tempos de colégio.

Além de tocar, ele se divertia no mar e no asfalto do Rio de Janeiro. “E o Rafael sempre estava lá com a gente, sempre surfando, sempre alegre, sempre humilde”, conta o estudante Gustavo Cegalla.

“Skate sempre foi uma prática comum para a galera do bairro”.

A modalidade de Rafael era o downhill, que significa ladeira abaixo. “Quando não tem onda, pega o skate, desce uma ladeira”.

Foi justamente por falta de ondas em alguns dias, que o skate surgiu nos anos 50 do século passado no sul da Califórnia.

Na década de 70, quando a Califórnia enfrentou a pior seca da história, o skate explodiu. Nas mansões de Los Angeles, centenas de piscinas vazias ficaram cheias de skatistas.

Ainda hoje, buscar a pista ideal ainda é o desafio de qualquer skatista. “Aproveitar cada coisa que a cidade tem para te oferecer, com manobras de skate. Não necessariamente radicalizar, andar no meio de carros para sentir uma grande adrenalina”, declara o skatista profissional Klaus Bohms.

No Rio de Janeiro, a violência impõe limites. “Tem muita pista que fica abandonada no meio do nada. Andar lá à noite, ou você vai ser assaltado ou não vai conseguir andar lá. Aqui no Rio é muito difícil ter um lugar só de skate”, reclamam os amigos de Rafael.

No mesmo espírito dos pioneiros americanos, os cariocas descobriram os túneis fechados para manutenção, a pista perfeita.

“Principalmente agora que asfaltaram o túnel, então está lisinho. O túnel é uma ladeirinha, então você pega um skate maior, você vai brincando, parecendo que você está no mar, surfando mesmo. Pra mim, uma pista que estava fechada para o tráfego era um motivo a mais pra gente andar nela, porque a gente pensava que pista fechada era muito mais seguro que uma pista aberta”, contam o skatistas.

Até Dirceu Rodrigues Alves, diretor da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego, concorda. “Se vai fazer manutenção no túnel, ótimo. Avisa para a garotada para aproveitar este espaço que é o momento, porque está seguro ali”.

São Paulo é a cidade brasileira com maior número de pistas oficiais para a prática do skate, apesar de lugares ficarem lotados praticamente o ano inteiro, o que a maioria dos skatistas gosta mesmo é de andar na rua.

“Eu pratico a modalidade downhill, então precisa descer umas ladeiras, tem que ter a velocidade, tem que ter uma ladeira para ter um desempenho melhor”, explica o skatista Luciano PT.

Três ídolos do skate também preferem a rua para a prática do downhill.

“Todo skatista, todo cara que anda de skate, ia colocar o skate no chão para andar, quando você vê um lugar que está seguro, está interditado”, opina Geninho.

Correr riscos incalculáveis não é a deles. Para quem anda de skate, o que vale é superar dificuldades. “Às vezes mudam os desafios, às vezes não são coisas grandes, às vezes são coisas mais técnicas e, às vezes, é só diversão”, diz Lucas Xaparral.

E äs vezes é só para se divertir, como Rafael ia fazer ao procurar túneis interditados, mesmo que o controle de tráfego não permitisse a prática de skate ali.

“Ele foi buscar a coisa que era mais segura, infelizmente a imprudência de uma outra pessoa encontrou ele ali naquele momento”, declarou Klaus Bohms.

Skate, música e mar. Os amigos chegam aos poucos para um tributo bem ao estilo de Rafael: alegre, descontraído.
 

SAÚDE É VITAL Surpresas do morango


sabe o que está perdendo. Aqui tem receitas para todos os gostos¿- até mesmo, claro, para quem adora a fruta em sobremesas imperdíveis!

por Lúcia Helena de Oliveira | fotos Gustavo Arrais

ADEUS, DOENÇAS
E pensar que o morango pode até ajudar a abaixar a pressão arterial! Verdade. Isso graças às antocianinas e às procianidinas. A fruta conta também com o ácido elágico, um flavonóide com ação antioxidante, e o ácido gálico, que diminui o risco de câncer. Para completar, o morango tem vitamina C, ácido fólico e, como se fosse pouco, ajuda a diminuir o colesterol.
PRODUÇÃO CULINÁRIA ÁUREA SOARES
PRODUÇÃO DE OBJETOS LÍVIA BADAN / HOME GIFTS
 

O que é AVC?


Acidente vascular cerebral. Esse é o nome correto do que os leigos costumam chamar simplesmente de derrame, problema que responde por 10% das mortes no mundo a cada ano. Aliás, o nome que caiu na boca do povo é apenas um dos tipos desses ataques ao cérebro - o AVC hemorrágico - que nem sequer é o mais comum. Nele, um vaso se rompe e o sangue extravasa alagando uma área da massa cinzenta. Já no AVC isquêmico, que representa 80% dos casos, acontece algo parecido ao que ocorre no coração dos infartados: uma obstrução de uma artéria bloqueia o fluxo de sangue que deveria irrigar uma determinada região. Mas nos dois tipos o resultado é o mesmo: as células da área afetada morrem, causando diversas seqüelas. Dependendo do local da lesão, pode provocar desde a morte da pessoa até paralisias, problemas de fala, de visão, de memória, entre outros. Isso é uma realidade para 2/3 dos pacientes que sobrevivem a um ataque desses.

Carro movido a ar-comprimido chega ao mercado'


Estão chegando ao mercado os primeiros carros movidos a ar-comprimido. Pelo menos ao mercado da Índia, onde a MDI International, pertencente a Guy Négre, ex-engenheiro da Fórmula 1, fechou um acordo com a maior fabricante de automóveis do país, a Tata Motors.
Enchendo o tanque com ar
Négre é o responsável pelo projeto do MiniCat e do CityCat, dois pequenos veículos com carroceria em fibra de vidro e cujo motor funciona unicamente com o ar-comprimido armazenado em um tanque muito parecido com o tanque de gás natural já largamente utilizado no Brasil.
A empresa planeja produzir 6.000 unidades do carro a ar já em 2008, em diversas versões. A carroceria de fibra não é o único fator responsável pelo baixo peso do veículo, que viabilizou a utilização do motor a ar: uma tecnologia de multiplexação permite que todos os equipamentos elétricos do veículo sejam acionados por um único fio - microprocessadores identificam quando o comando se refere à lâmpada do pisca-pisca ou ao limpador de para-brisas, por exemplo. Só no chicote elétrico, um dos componentes individuais mais caros de um automóvel, foram economizados 22 quilos.
Os pequenos carros a ar-comprimido atingem velocidades de até 110 km/h, com uma autonomia de 200 quilômetros. O reabastecimento é fácil e rápido, podendo ser feito em poucos minutos em estações dotadas de compressores industriais.
Carro movido a ar-comprimido chega ao mercado